

Na RTP, enquanto andávamos stressados a fechar os telejornais de cada dia, o Manolo expandia alegria e alguma sonoridade vocal relatando aos chefes a reportagem acabada de fazer. Manolo foi um dos grandes reporteres da RTP. A RTP não se lembra dele, como de muitos outros, mas nós outros nunca o esquecemos.
Salientou-se mais tarde a fazer os "apanhados", engrandeceu ao montar a sua produtora Comunicasom onde emprega dezenas de colaboradores.
O suplemento Vidas do Correio da Manhã desta semana relata um episódio da vida profissional do Manolo que não surpreende quem o conhece de mais perto. Continua a pagar o vencimento de um colaborador que ficou incapacitado após um desastre de moto. Este gesto solidário de um patrão para com o seu funcionário, tornado público agora não é único em Manolo. Há outros que são do conhecimento de alguns que têm o privilégio de conviver com o Manolo. Eu sou um desses. Sei de várias outras atitudes solidárias do Manolo.
Às vezes, Manolo fala de casos que impressionaram a sua sensibilidade. Com a sua voz rouca ele só diz: se posso ajudar quem precisa, porque não havia de ajudar?
Dá gosto conhecer pessoas assim.
3 comentários:
Tens razão Helder, o Manolo é dos poucos que pratica aquilo que prega.
Como o Manolo, há mais alguns (poucos) que de uma maneira ou outra são solidários.
São estas pessoas que "fazem andar o mundo". Quando acabarem, andamos todos "à porrada".
A.A.
Um grande homem, um grande comunicador. A sua generosidade salta à vista de qualquer um, é dos poucos que com as suas acções faz portugal evoluir. Sabe viver sem viver aconchegando todos em seu redor e nunca pisa ninguém. Consegue ser forte à inveja e triunfar com a sua forte personalidade. Ele sim pode possuir como apelido "verdadeiro senhor".
um abraço de uma futura comunicadora, tica
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