quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O BANCO



Mais triste que uma praia sem sol, uma criança sem sorriso, só mesmo um banco sem ninguém.

2 comentários:

JRocha disse...

Hélder
Triste é viver num país cheio de sol, com milhares de crianças inocentes, sem um simples banco para abrigo, e mesmo assim sorridentes...

Jeová Nunes disse...

Ou, uma praça sem bancos. Acho que um banco sem ninguém sempre desperta um sentimento de esperança ou, até a certeza, de que alguém a qualquer momento sentará. E aí, o banco que um dia foi solitário, poderá ser símbolo de reencontros.
Um grande abraço, Jeová.

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